José Paulino

Pela manhã estava na José Paulino ( uma rua famosa de SP, com várias lojas de roupas) para comprar umas roupas para uma dança na igreja e acabei vendo outras coisinhas (quem resiste, né?). Voltei da lá com peças bacanas sem gastar uma “bala” e pensei: graças a Deus mudei!

Acho engraçado quando vejo minhas fotos de alguns anos atrás. Observo as roupas que usava e a forma como penteava meu cabelo e dou risada sozinha. Mais do que me ver usando coisas que hoje não estão na moda , vejo uma Bárbara que se importava muito mais em ter roupas de marca, ter o cabelo baixinho e sem volume e parecer igual a todo mundo, do que ser ela mesma.

Quando falam que com o passar do tempo a forma como vê coisas muda, pode acreditar, é verdade. Essas fotos retratam o quanto eu me preocupava em ser aceita, em ser descolada e ser igual às outras meninas, que tinham tênias caro, roupas novas e cabelo liso até a cintura (nunca tive cabelo liso por inteiro, mas, fazia relaxamento para “domar”). Eu queria fazer parte da galera que tinha estilo. Lembro que na escola era um desfile de roupas de Surf, eram marcas atrás de marcas e eu vivia convencendo minha mãe a comprar essas roupas caras porque “todas as meninas da escola tinham”.

Hoje, que trabalho e sei o valor do dinheiro, entendo o quanto isso era desnecessário e caro. Fico aliviada de ter sido apenas uma fase, e mais ainda, por ter aprendido a valorizar outras coisas. Quando me visto sou muito mais eu, sabe? Minhas roupas refletem o que eu gosto, o que eu ouço, o que eu sinto, o que me valoriza. O olhar das outras pessoas me fere menos e o que acham da minha aparência não sobressai minha opinião sobre mim mesma.

Ter estilo é muito mais uma questão de atitude do que de marcas ou moda. Pra mim, é ter coragem de fazer o que quer e usar aquilo que lhe agrada, ser você mesmo e traduzir isso na forma como se veste, pensa, e vê as coisas. Me sinto mais leve sem aquelas etiquetas. Quando compro alguma coisas, avalio o preço, a qualidade, quantas vezes vou poder usar, se combina com as peças que já tenho, se estou comprando porque vi uma bloggeira famosa usando ou se é porque realmente preciso ou quero ( porque rola uma ostentação ferrada na Internet).

Para ter bom gosto não precisa ser rico. Para saber combinar as peças precisamos de bom senso e coragem! A primeira vez que usamos batom vermelho parece que estamos com uma melancia na cabeça, depois, você não sai de casa sem!! Usar turbante pela primeira vez nos faz pensar: “tão me achando a loka do bairro”, mas depois você se sente cheia de estilo… Tudo é uma questão de referência. #vivaajosépaulino

Segue meu suuuuuuper look de hoje! kkkk : Cropped: Forever21 R$20 reais | Calça: barraca José Paulino R$25 reais | Colar: Barraca José Paulino R$10 reais | Bolsa e Sandália: são velhas e não lembro quanto paguei |Óculos: armação Endossa R$80reais | Minha cara de Pastel: não tem preço |  hahahahahahah Beijoooo!


José Paulino

Eu são sei!!!

Por diversas vezes, já me peguei falando coisas ou fazendo papel de idiota tentando transmitir para as pessoas que sei das coisas. Assim como, já presenciei pessoas se passando por idiotas, tentando me enganar que sabem sobre determinado assunto ou situação.

Esses dias, o tema ficou mais latente e por isso me inspirei em fazer esse vídeo. Percebi que tudo fica mais fácil quando agimos com naturalidade e verdade. Admitir que não sabemos de tudo é o primeiro passo para ser mais leve… Tentar mostrar que somos donos da verdade e detemos de toda a informação é bobagem. Afinal de contas, o legal mesmo é aprender. É dividir o conhecimento. É ser humilde.

Engraçado, é que falei desse vídeo com pessoas próximas e o assunto gerou polêmica. hahaha Ao mesmo tempo que, temos pessoas que nunca admitem não saber,  temos pessoas que nunca sabem. Temos pessoas que se acham sabe tudo e outras as “sabe nada”. Mas, isso fica para o próximo vídeo… hahaha

SE INSCREVAM NO CANAL!! Beijos Babu**

Quer um conselho? Vá acampar!

Hoje estava me lembrando da primeira vez que acampei. A família do meu namorado e eu fomos para Caraguatatuba e passamos alguns dias dormindo em colchão inflável, com o corpo cheio de areia e com bate papo até altas horas (rsrsrs). Minha mãe ria muito de mim, falava que minha chatice não caberia na barraca! ¬¬’ Na mala, levei meu medo de animais selvagens (juro, eu achava que tinha!) e muita roupa, como seu fosse passar um mês fora de casa (como eu era …)! 

Se eu pudesse resumir em uma palavra seria: divertido, afinal, voltei das férias cheia de histórias para contar! Uma delas é que pegamos uma chuva torrencial e a barraca alagou. Lembro como se fosse ontem, meu sogro empurrando a água que acumulava na cobertura de lona. Nossas roupas molharam e ventava de muito forte! A gente ria muito!

Outra vez, fui para Trindade com meu namorado, minha cunhada e uma amiga. Éramos quatro pessoas, em quatro dias, com quatrocentos reais! (agora que notei essa coincidência). Muita aventura. Eu já estava mais velha, e ao contrário do primeiro camping, nesse eu estava praticamente com uma mochila de roupas. Minha sogra não estava lá para servir um banquete, dessa forma, ficamos à base de macarrão e suas derivações todos os dias.

Fizemos trilhas sensacionais, conhecemos praias paradisíacas, fomos em um reggae muito engraçado e participamos de um luau na praia, com uma galera tocando legião. Nossa barraca era muito grande, e o Sol forte dificultou as coisas na hora de montar, e o mais legal de tudo é que a galera do camping inteiro se mobilizou em nos ajudar.

Fizemos amizade com eles. Tiramos fotos, conversamos até altas horas, jogamos baralho e eles fizeram churrasco (como era bom comer carne depois de tanto macarrão)…Parecia que aquela era nossa casa e que nosso quintal era o mar. De madrugada acordamos para ver o nascer do Sol. Mosquito? Quem ia se preocupar com isso diante uma vista daquelas? (posso ouvir o mar)

Fui acampar outras vezes e o que levo comigo é: não há conforto que pague viagens assim. Acampe uma vez, nem que seja com R$400 reais para quatro dias e com quatro amigos. O que você vai notar é que o mais importante de qualquer viagem são as pessoas e os momentos que você vive ao lado delas. A gente faz um tremendo esforço para registrar tudo isso com fotos e videos, mas, a lembrança que fica e as risadas que você guarda nenhuma GoPro é capaz de registrar.

Sei que muitos vão me criticar e falar que não trocam colchão limpinho e banho quente por uma aventura dessas.Cada um tem sua fase, sua preferência e seu bolso. Mas, aos que quiserem provar, o gosto do camping é exótico. Aos que têm aventuras ainda maiores, compartilhe comigo aqui no blog. Vou adorar saber!

Beijos Babu**

Trindade