Quer um conselho? Vá acampar!

Hoje estava me lembrando da primeira vez que acampei. A família do meu namorado e eu fomos para Caraguatatuba e passamos alguns dias dormindo em colchão inflável, com o corpo cheio de areia e com bate papo até altas horas (rsrsrs). Minha mãe ria muito de mim, falava que minha chatice não caberia na barraca! ¬¬’ Na mala, levei meu medo de animais selvagens (juro, eu achava que tinha!) e muita roupa, como seu fosse passar um mês fora de casa (como eu era …)! 

Se eu pudesse resumir em uma palavra seria: divertido, afinal, voltei das férias cheia de histórias para contar! Uma delas é que pegamos uma chuva torrencial e a barraca alagou. Lembro como se fosse ontem, meu sogro empurrando a água que acumulava na cobertura de lona. Nossas roupas molharam e ventava de muito forte! A gente ria muito!

Outra vez, fui para Trindade com meu namorado, minha cunhada e uma amiga. Éramos quatro pessoas, em quatro dias, com quatrocentos reais! (agora que notei essa coincidência). Muita aventura. Eu já estava mais velha, e ao contrário do primeiro camping, nesse eu estava praticamente com uma mochila de roupas. Minha sogra não estava lá para servir um banquete, dessa forma, ficamos à base de macarrão e suas derivações todos os dias.

Fizemos trilhas sensacionais, conhecemos praias paradisíacas, fomos em um reggae muito engraçado e participamos de um luau na praia, com uma galera tocando legião. Nossa barraca era muito grande, e o Sol forte dificultou as coisas na hora de montar, e o mais legal de tudo é que a galera do camping inteiro se mobilizou em nos ajudar.

Fizemos amizade com eles. Tiramos fotos, conversamos até altas horas, jogamos baralho e eles fizeram churrasco (como era bom comer carne depois de tanto macarrão)…Parecia que aquela era nossa casa e que nosso quintal era o mar. De madrugada acordamos para ver o nascer do Sol. Mosquito? Quem ia se preocupar com isso diante uma vista daquelas? (posso ouvir o mar)

Fui acampar outras vezes e o que levo comigo é: não há conforto que pague viagens assim. Acampe uma vez, nem que seja com R$400 reais para quatro dias e com quatro amigos. O que você vai notar é que o mais importante de qualquer viagem são as pessoas e os momentos que você vive ao lado delas. A gente faz um tremendo esforço para registrar tudo isso com fotos e videos, mas, a lembrança que fica e as risadas que você guarda nenhuma GoPro é capaz de registrar.

Sei que muitos vão me criticar e falar que não trocam colchão limpinho e banho quente por uma aventura dessas.Cada um tem sua fase, sua preferência e seu bolso. Mas, aos que quiserem provar, o gosto do camping é exótico. Aos que têm aventuras ainda maiores, compartilhe comigo aqui no blog. Vou adorar saber!

Beijos Babu**

Trindade

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Volta às Aulas

Pensa numa pessoa que AMA volta às aulas? Prazer, Bárbara! hahaha

Gentem, quando eu era mais nova, eu contava os dias para voltar às aulas. Eu não via a hora de rever meus amigos, ver em qual sala caí e, principalmente, comprar materiais escolares…Na verdade, até hoje eu sou a louca das agendas, das canetas e dos lápis de cor. Eu fiz parte daquele grupo que não via a hora de chegar na quinta série para usar fichário e caderno de dez matérias. Me achava!

Voltar às aulas significa: “É, o ano começou… agora não tem mais jeito”. Esse ano de 2015, é o primeiro ano da minha vida que eu não terei volta às aulas, seja de inglês, da faculdade, de algum curso qualquer ou da pós. E, de verdade, está estranho.

O primeiro dia de aula a gente nunca esquece! É uma mistura de medo, com frio na barriga, com preguiça e disposição junto. E quando é em uma escola nova, ou naqueles anos de transição, tipo primeiro ano do colégio em outra escola ou da faculdade?  Dá muita ansiedade, porque você fica se perguntando se tem pessoas que sabem mais que você, se elas são legais ou se acham você um mané!

A pós graduação foi o curso mais pesado que já tive até hoje. Não pelo conteúdo ou pela classe, mas, pela sobrecarga do dia a dia. Trabalhar feito gente grande e estudar cansa muito. E é por isso que muita gente, depois de um tempo, não encontra motivação para retomar. Se você só estuda, o faça bem feito. Se dedique, pois sinto falta da época que minha maior preocupação era a prova da Susy (uma professora do colégio) ou o trabalho da Gersina, uma outra professora, que eu imito muito bem, por sinal.

Eu estou caçando algum curso, ou algo para estudar (fora o inglês). Não consigo ficar sem alguma rotina de estudos e o velho método professor + aluno me faz falta. Parece que estou emburrecendo, sabe?

Eu sou SUPER incentivadora de volta às aulas. Acho que nunca é tarde para voltar a estudar. Meu pai terminou a faculdade aos quarenta e poucos anos e ele é meu maior orgulho, além de prova que quando se tem esforço: dá sim! Sempre dá!

Voltar às aulas não significa sentar em uma cadeira e ficar anotando centenas de páginas. Você pode estudar música, artes, culinária, moda, teatro e uma série de outras coisas que te dão prazer. É claro que dá preguiça, não vou dizer que todos os dias estava feliz e contente indo pra aula. Mas, logo passava…Volta às aulas, vai!

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Sabores que lembram coisas

Tava aqui pensando sobre qual assunto abordar dessa vez, minha mente está fervendo de ideias. Neste momento, estou chupando uma bala Halls de morango que, na época do colegial, não faltava na minha mochila. Daí me veio falar sobre recordações. Você gosta?

Como é bom sentir o “gosto daquela época”. Essa bala me faz lembrar de momentos tão bons. De quando ficávamos na porta da escola enrolando para entrar ou quando eu ficava depois da aula para encontrar com o Sau (meu namorado).

Você já sentiu isso? Provou de novo aquela coxinha que comia quando estava com os amigos no boteco, ou saboreou aquele bolo que sua avó fazia quando você e seus primos passavam as férias lá. E o gosto do hot dog que você comia na época que fazia cursinho? O gosto que me refiro é o da lembrança, lembrança gostosa. Daquelas que arrancam suspiros.

Canceriano é nostálgico. Gosta de ficar remoendo as coisas mas, quem não gosta? Esses dias minha amiga Débora, na época do ensino fundamental, me ligou. Foi tão bom. A gente ria das coisas, falamos do que fazíamos na escola e era só bobagem. Era lembrança boa, de uma época boa!

Lembranças estão em fotos, vídeos, mensagens. Mas, o melhor delas está guardado com a gente, no coração. Nosso papel nessa vida é ter boas lembranças. Eu acredito cegamente nisso. É ficar com aquele cara zuado na balada para rir depois com as amigas. Esquecer sua fala em uma peça de teatro e lembrar de tudo quando estiver sozinho em frente ao espelho, é tomar coragem e ir no brinquedo mais alto do parque.

A bala já acabou mas, as lembranças não. até vendo umas fotos aqui…hahaha. Que sensação boa. Que tempo bom! O jeito é viver o hoje, viajar, fazer amigos, se divertir e aumentar ainda mais esses sabores. Experimenta!

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Taí a foto de uma lembrança booooooooooa. Foi do meu aniversário de 2014.

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Essa sou eu brisando na grama, que delícia!

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Esse dia, foi a primeira vez que vi um cavalo marinho…Sim, eles existem!

Beijos Babu**